Segundo Gustavo Morceli, CEO PETE, programação não é só tecnologia, é uma forma de raciocinar, testar hipóteses e construir soluções. Se você quer implementar ou aprimorar esse tema na sua instituição, siga a leitura e entenda como a robótica educacional pode organizar o percurso com clareza e resultados.
Robótica educacional como mediação didática
De acordo com Gustavo Morceli, ensino de programação na escola ganha tração quando o estudante percebe que algoritmos não são abstrações distantes. A robótica educacional funciona como mediação didática porque dá corpo ao raciocínio: um comando gera um comportamento observável, um erro aparece como evidência e uma correção vira aprendizado.
A robótica ajuda a transformar a aula em um espaço de investigação: O estudante observa, cria, testa, depura e explica o que fez. Esse ciclo favorece autonomia intelectual e reduz a ideia equivocada de que programação é apenas “aprender uma linguagem”. Na prática, o objetivo central é compreender lógica, sequência, condição, repetição e decomposição de problemas.
Caminhos pedagógicos por faixa etária e objetivos de aprendizagem
Ensino de programação na escola não precisa começar com telas nem com código textual. Na Educação Infantil e nos anos iniciais, atividades desplugadas e robótica com linguagem visual favorecem a compreensão de sequência, causa e efeito, e tomada de decisão. Com vistas a esse desenvolvimento, a ênfase recai em narrativa, padrões, orientação espacial, experimentação e vocabulário lógico simples.
Nos anos finais do Ensino Fundamental, a progressão pode incluir estruturas como laços e condicionais, além de noções de sensores e automação. A robótica educacional amplia a motivação porque permite projetos com propósito: protótipos que respondem a desafios do cotidiano escolar, simulações de fenômenos e construções que exigem planejamento e documentação.
No Ensino Médio, a programação pode ganhar densidade em modelagem, análise de dados, automação e integração com temas científicos. Ainda assim, o foco pedagógico permanece: fazer o estudante explicar decisões, justificar escolhas e demonstrar como chegou ao resultado. Como salienta Gustavo Morceli, conselheiro e investidor anjo, a aprendizagem melhora quando o projeto exige clareza de raciocínio, não apenas funcionar no final.

Avaliação com evidências e legibilidade do aprendizado
Ensino de programação na escola exige avaliação compatível com o tipo de aprendizagem envolvida. Em vez de medir apenas o produto final, é mais eficiente observar processo, entendimento e capacidade de depuração. Para isso, instrumentos como rubricas, portfólios e registros de iteração permitem verificar evolução de raciocínio, clareza de explicação e uso adequado de conceitos.
No entendimento de uma prática avaliativa robusta, vale considerar evidências como: qualidade do algoritmo, coerência entre objetivo e solução, identificação de erros, justificativa de mudanças e apresentação final. Como observa Gustavo Morceli, esse modelo também é mais justo, porque reconhece aprendizado mesmo quando o protótipo não atinge 100 por cento do resultado esperado.
Formação docente, suporte e sustentabilidade do projeto
Ensino de programação na escola só se mantém quando a instituição pensa em continuidade. Gustavo Morceli explica que isso envolve formação docente, organização de tempo pedagógico e suporte para que o professor consiga conduzir projetos sem depender de improviso. Além disso, a escolha de recursos precisa considerar facilidade de uso, escalabilidade e alinhamento com objetivos da rede.
A própria PETE se apresenta como fabricante nacional de kits de robótica educacional e destaca linguagem de programação simples, com suporte ao uso em escolas. Essa informação, quando analisada com critério, sugere um ponto relevante: programas sustentáveis não dependem apenas de equipamento, mas de ecossistema de implementação, incluindo orientação pedagógica e condições reais de uso.
Ensino de programação na escola: Aprendizagem de qualidade
Ensino de programação na escola, quando estruturado com robótica educacional, pode elevar o rigor da aprendizagem e ampliar o engajamento, porque torna o raciocínio visível, testável e discutível. Dessa forma, a escola forma estudantes capazes de criar, argumentar e resolver problemas com método. Como conclui Gustavo Morceli, conselheiro e investidor anjo, uma programação com propósito pedagógico, progressão por etapas e avaliação baseada em evidências é o caminho mais seguro para transformar robótica em aprendizagem de verdade.
Autor: Asimov Tchekhov
